terça-feira, 13 de setembro de 2011
Conheça as especificações da Estação de Solda Toyo TS-940
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Confira os itens que compõe uma estação de solda
Fonte: Center Maquinas
Matéria: http://www.centermaquinas.com.br/Eletronica/confira-os-itens-que-compoe-uma-estacao-de-solda
Estações de solda são aparelhos utilizados para soldar componentes eletrônicos, geralmente em placas de circuito impresso. Consiste em unir as partes a soldar de maneira que se toquem, ficando cobertas com uma camada de estanho fundido que, uma vez arrefecido, constituirá uma verdadeira união eletrônica.
Uma Estação de Solda é um equipamento delicado e requer um operador habilitado tecnicamente, caso contrário, poderá ser danificada.
Ao contrário de um eletrodoméstico comum, a Estação de Solda poderá ser danificada caso o usuário cometa algum erro de operação.
Existem diversas marcas e modelos de estações de solda, de modelos analógicos à digitais com painéis de led, básicos e profissionais.
O processo de solda é a base de todas as aplicações em eletrônica porque permite uma ligação eficiente entre os componentes e os condutores. A solda de estanho é o principal elemento utilizado para essa finalidade.
A seguir veremos as partes que compõe uma estação de solda completa:
Ferro de Solda (Soldador)
O ferro de soldar é o componente que funde o estanho, permitindo por isso a correta ligação entre os condutores.
Um dos fatores importantes do soldador é a durabilidade, geralmente são compostos com uma ponta que aquece por efeito de uma resistência elétrica.
Atualmente no mercado para solda de componentes eletrônicos existem dois modelos de ferro de solda:
- Tipo Lápis - é um ferro de soldar clássico, na imagem um ferro de 30W é comum para utilizações freqüentes quando é necessário executar várias soldaduras.
- Tipo Pistola - é utilizado quando é necessário efetuar uma solda esporádica, quase todos incluem um transformador que produz alguma interferência eletro-magnética.
Existem ferros de soldar tipo pistola profissionais, este tipo de ferros normalmente têm grupos de resistência isolados com cerâmica, permitindo funcionamento permanente a potências baixas 20W-30W aumentando rapidamente em caso de necessidade.
Suporte do soldador:
Existem vários tipos de suportes, o suporte tem como função isolar o ferro de locais e objetos que possam sofrer danos quando sujeitos a temperaturas 250ºC-350ºC.
Alguns suportes têm acessórios de limpeza de resíduos, esponjas, por exemplo, que se destinam a limpar as áreas de contacto de resíduos de soldas anteriores.
Estação Solda Completa - A estação de soldagem permite a execução de algumas funções (dessoldagem, limpeza, etc...), com regulação de temperatura.
- Tensão: A maioria dos ferros funcionam diretamente no sector 110/220V. Entretanto, a baixa tensão (por exemplo 12V ou 24V) é geralmente valor comum de uma estação de solda.
- Potência: Tipicamente, pode ter uma avaliação de potência entre 15-25 watts, suficiente para a maioria dos trabalhos. Uma potência mais elevada não significa que o ferro fique mais quente - simplesmente há mais calor de reserva para lidar com as junções com uma área maior. Isto depende em parte da ponta do ferro. Deve-se, no entanto, considerar a utilização de um ferro de maior potência quando se pretende fazer um trabalho contínuo maior, uma vez que um ferro de maior potência não arrefece tão rapidamente.
- Anti-estática: Se pretende soldar diretamente componentes sensíveis à eletricidade estática (CMOS, MOSFET) é conveniente ter um ferro de soldar não indutivo, e anti-estáticos de proteção ligados ás áreas de junção (uma ligação a uma linha terra é na maior parte dos casos suficiente, se ligada diretamente à zona da solda).
- Controle de temperatura: Os modelos mais baratos não têm controle de temperatura, os modelos com controle de temperatura estão normalmente acoplados a estações de solda. Se possuir um ferro com aquecimento resistivo pode fazer e adaptar um circuito de controle de temperatura
- Estações de solda: As estações de solda têm normalmente controle de temperatura através de um LCD, a algumas executam as duas funções, soldam e removem a solda.
5. MANUTENÇÃO DA ESTAÇÃO DE SOLDA
Para garantir um bom funcionamento e maior durabilidade da sua Estação de Solda, observe os seguintes passos.
a. Mantenha sempre estanhada a ponta do ferro. O estanho que sobra na ponta, só deve ser retirado no momento do uso e não no momento de guardar o ferro no suporte.
b. Nunca utilize materiais abrasivos para limpeza da ponta e das partes metálicas.
c. Ao se formar uma crosta de óxido sobre a ponta, deixe esfriar totalmente o ferro e depois retire a crosta forçando com um pano embebido em álcool isopropílico e então aqueça e estanhe imediatamente a ponta.
d. Retire e limpe a ponta a cada 20 horas de uso ou pelo menos uma vez por semana.
Obs.: Nunca retire a ponta com o ferro quente, deixe esfriar até a temperatura ambiente.
e. Não use produtos de limpeza que contenham cloro ou ácido.
f. Mantenha sempre água no recipiente do suporte do ferro para que a esponja fique úmida.
g. lave a esponja regularmente para evitar que ela se decomponha.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Rede logística apoia a competitividade
BID ampliará crédito a empresas do NE
Indústria terá 26 milhões para inovar
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Ferro de Soldar uma das primeiras ferramentas da bancada – Dicas para compra
Uma das primeiras ferramentas que pensamos na hora de montar a nossa bancada para eletrônica é o ferro de soldar, e que é de grande utilidade e importância, a não ser que você já possua uma estação de solda.
Este pequeno artigo tem como objetivo ajudar na escolha desta ferramenta.
É impressionante a quantidade de modelos de ferros disponíveis no mercado, na grande maioria não há grandes diferenças em relação a funcionalidade, mas existem vários modelos, potências e marcas.
Para ajudar nessa tomada de decisão fiz um pequeno perguntas e respostas:
Qual a potência adequado do ferro de soldar para ser utilizado na bancada eletrônica?
Para escolher a melhor potência para utilizar em sua bancada você deve pensar primeiramente em que tipo de circuito você pretende utilizar a ferramenta. Na maioria dos casos um ferro de soldar com em torno de 40W é ideal, isso pode variar, caso você trabalhe com componentes mais sensíveis ou circuitos com SMD (Montagem de Superfície) o ideal são potências baixas para evitar a queima do componente na soldagem. Caso use componentes de maior potência com terminais maiores procure ferros com mais potentes para evitar que você aqueça muito o componente sem conseguir soldar ou causando uma solda fria.
Devo compra 110V ou 220V?
A única diferença entre os modelos é a resistência interna, não há diferença alguma no uso, apenas observe se você possui a alimentação correta na sua bancada.
Devo comprar um ferro de solda dos mais caros, ou do mais barato? E quanto custa?
É uma questão de disponibilidade financeira, para quem está iniciando não vale muita a pena comprar modelos muito caros, porém verifique nos baratos se a ponta é bem fixa, e se não é muito demorado para aquecer, e se o cabo de ligação com a tomada é de boa qualidade para evitar que quebre, uma boa opção é verificar se possuem o selo do INMETRO. Conforme for pegando prática e verificando a potência mais adequada ao seu tipo de trabalho você pode comprar um mais sofisticado.
O preço de mercado deste produto varia de R$ 10,00 a R$ 30,00 para os modelos mais comuns.
Basicamente é isso que você precisa saber para compra de um ferro de soldar, qualquer dúvida ou outra dica fique a vontade comente.
Fábrica da Siemens em Manaus integra Programa Brasileiro GHG Protocol ao mensurar emissões de gases
A fábrica da Siemens em Manaus – AM, responsável pela produção de materiais elétricos como disjuntores, fusíveis e botões de acionamento, passa a integrar o Programa Brasileiro GHG Protocol ao publicar seu primeiro inventário de emissão de gases de efeito estufa (GEE). A divulgação oficial do relatório da Siemens acontece hoje em São Paulo, durante o Evento Anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, quando a empresa recebe o selo ouro conferido a empresas que, além de contabilizar todas as emissões de GEE, ainda são verificadas por uma terceira parte independente.
Idealizado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), em parceria com o World Resources Institute – WRI, o Programa permite às empresas participantes estabelecer uma cultura permanente de divulgação de suas emissões por meio de uma plataforma pública e transparente de publicação dos dados. A certificação confirma a preocupação da Siemens com relação à elaboração correta e auditada do inventário, que traz o cálculo de todas as emissões de gases de efeito estufa em uma de suas principais unidades fabris no Brasil.
"Trata-se de um reconhecimento que fortalece a credibilidade da Siemens. Gerenciar as emissões de GEE é fundamental para garantir a sustentabilidade dos negócios e a melhoria de processos e geração de eficiências numa economia globalizada. Tema que ocupa espaço cada vez mais relevante em nossos planos de ação no Brasil", afirma Victor Batista, diretor da área de Sustentabilidade da Siemens no Brasil.
Sobre o Programa Brasileiro GHG Protocol
O Programa Brasileiro GHG Protocol é uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), em parceria com o WRI e apoio do CEBDS, WBSCD e MMA. O Programa trabalhou na adaptação da metodologia do GHG Protocol para o contexto nacional em a colaboração com 27 Empresas Fundadoras da iniciativa, as quais participaram diretamente do desenvolvimento das Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol (EPB) e publicaram seus primeiros inventários no ano de 2009. Atualmente o Programa permite a transferência gratuita da metodologia e do know-how para o cálculo de emissões, ambos compatíveis com as normas ISO 14064-1 e as metodologias de quantificação do IPCC.
Os inventários referentes ao ano de 2010 a serem apresentados pelas empresas este ano, contabilizam as emissões gases provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela organização, como por exemplo, as emissões de combustão de caldeiras, fornos, veículos da empresa ou por ela controlados. Em segunda escala, são consideradas as emissões indiretas de GEE de energia, isto é, são contabilizadas as emissões provenientes de energia elétrica e térmica consumida pela empresa.
Há ainda a terceira etapa da análise, em que as emissões indiretas que são consequências das atividades da empresa, mas ocorrem em fontes que não pertencem ou não são controladas pela companhia. Como por exemplo: extração de produção de materiais e combustíveis adquiridos, atividades relacionadas ao transporte, transporte de materiais, viagens de negócios, todas as outras emissões resultantes de atividades diretas da empresa, mas que ocorrem em fontes que não pertencem ou não são controladas pela companhia.